Data de criação: 26/12/07
Criadores: Mark, Matheus e Jane
Banner: Mark
Layout: Mark
E-mail: sixfeetundergroundoficial@hotmail.com
Online: fã(s)

História: Criada por Alan Ball, roteirista vencedor do Oscar por "Beleza Americana", Six Feet Under, eleita a Melhor Série Drama de 2002 pelo Globo de Ouro e série vencedora de seis prêmios Emmy e mostra a vida da nada convencional família Fisher, que comanda uma funerária na Califórnia. Apesar do falecido patriarca Nathaniel Fisher (Richard Jenkins) continuar vivendo nos corações e visões dessa família, muito mudou na casa dos Fisher. O filho mais velho Nate (Peter Krause, "Sports Night"), que acaba de se tornar pai, tenta se ajustar à sua carreira como diretor da funerária, mas enfrenta uma situação médica de vida ou morte e o fim do turbulento romance com sua emocionalmente instável namorada Brenda (Rachel Griffiths). O filho mais jovem e agora assumidamente gay, David (Michael C. Hall), vê seu papel se inverter em seu romance com o frustrado ex-policial Keith Charles (Mathew St. Patrick). A matriarca Ruth (Frances Conroy), uma recém-descoberta avó coruja, acorda para a realidade de seu inexistente relacionamento com seu amante russo que também é seu chefe, enquanto Claire (Lauren Ambrose, "Mal Posso Esperar"), sua rebelde filha adolescente, tenta encontrar a felicidade na escola de arte. E agora que a Fisher & Sons se tornou Fisher & Diaz, o legista e novo sócio Federico (Freddy Rodriguez) espera ser tratado por Nate e David como um parceiro, e não como um empregado.
Elenco: Peter Krause, Michael C. Hall, Frances Conroy, Lauren Ambrose, Freddy Rodriguez, Mathew St. Patrick, Rachel Griffiths
Personagens: Nate Fisher, David Fisher, Ruth Fisher, Claire Fisher, Federico Diaz, Keith Charles, Brenda Chenowith
Criado por: Alan Ball

Vencedora de 6 Emmy e 3 Globo de Ouro. Indicada a mais 44 Emmy e 5 Globo de Ouro. Confira tudo aqui.

 


 


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REGRAS:
- Não anuncie nenhum site.
- Não fale palavras inadequadas.

Nome: Peter Krause
Interpreta: Nate Fisher
Nascimento: 12/08/1965, Alexandria, Minnesota, USA

Nome: Michael C. Hall
Interpreta: David Fisher
Nascimento: 01/02/1971, Raleigh, North Carolina, USA

Nome: Frances Conroy
Interpreta: Ruth Fisher
Nascimento: 13/11/1953, Monroe, Georgia, USA

Nome: Lauren Ambrose
Interpreta: Claire Fisher
Nascimento: 20/02/1978, New Haven, Connecticut, USA

Nome: Rachel Griffiths
Interpreta: Brenda Chenowith
Nascimento: 18/12/1968, Melbourne, Victoria, Australia

Nome: Freddy Rodriguez
Interpreta: Federico Diaz
Nascimento: 17/01/1975, Chicago, Illinois, USA

Nome: Mathew St. Patrick
Interpreta: Keith Charles
Nascimento: 31/03/1968, Philadelphia, Pennsylvania, USA

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Resenha de 2.08 - It's The Most Wonderful Time Of The Year

Ruth Fisher está à beira da loucura. Faltam dois dias para o Natal e nem a árvore está montada. Organizando a ceia e planejando seus horários com os filhos para ir à missa, ela vê que ninguém tem vontade de ajudá-la. "O que eu fiz pra merecer filhos tão mal-humorados?", indaga. Quando um motoqueiro morre, vítima de um acidente, enquanto estava indo trabalhar fantasiado de Papai Noel, a Fisher & Filhos vê uma ótima oportunidade para ganhar muito dinheiro com os familiares do falecido. Só que existe uma condição: o velório precisa ser no Natal, o único dia em que a funerária não abre. Mesmo assim aceitam a proposta, mas logo se enxergam em uma grande enrascada quando, no dia do velório, os familiares se recusam a sair da casa antes de anoitecer. Enquanto Claire acaba mais um relacionamento e Nate completa um ano de namoro junto com Brenda (também relembrando a morte de seu pai, que ocorreu na mesma data), David se vê mais próximo de Keith. Pra completar, Ruth ainda precisa abrigar Nikolai, que foi assaltado e está com as duas pernas quebradas, necessitando ficar oito semanas em cima de uma cama. É nesse episódio também que Billy sai do hospital, para o desespero de Brenda, e vai morar com sua mãe Margareth, que está otimista em relação à sua melhora.

Depois de um episódio não tão bom como Back To The Garden, a segunda temporada voltou a me surpreender com esse episódio de Natal chamado It's The Most Wonderful Time Of The Year. Partindo de uma idéia muito interessante (cada personagem vai relembrar um momento especial que teve com o falecido patriarca da família), esse episódio é um dos mais interessantes que a série já produziu - não por ser de Natal (que pra mim é uma grande chatice), mas por trazer diferentes perspectivas de uma fase que não conhecemos da família: a do passado. Com momentos brilhantes e ótimas interpretações, It's The Most Wonderful Time Of The Year é um dos melhores episódios da segunda temporada, e com todos os méritos. Original e totalmente incrível.


Postado por Matheus às 19h45 |


Resenha de 2.07 Back To The Garden

A presença de Sarah (Patricia Clarckson, excelente) ainda permeia a vida dos Fishers após sua visita inesperada no episódio "Raiva". Ela convida a caçuça Claire para passar um fim-de-semana na sua casa, em Topanga Canyon. Claire aceita animadamente o convite, apesar de sua mãe Ruth desaprovar completamente (afinal, foi nesse lugar que Nate perdeu a virgindade aos 15 anos com uma mulher mais velha e David se perdeu durante horas). Enquanto isso, Brenda acaba sendo cada vez mais envolvida por sua complusão sexual com estranhos, e compartilha seus sentimentos com sua amiga prostituta Melissa. Keith acaba o seu namoro com Roger e vai atrás de David com segundas inteções, até que sua sobrinha - que está morando com ele, enquanto a mãe continua desaparecida - acaba tendo um sério problema no estômago. Nate está se envolvendo cada vez mais com o trabalho, principalmente ao trocar idéias com a rabina Ari. Ruth começa a notar que está cada vez mais sozinha, sem ter ninguém para lhe fazer companhia até mesmo em um simples jantar.

"Back To The Garden", título referente à canção que Ruth entoa no final do episódio, é o episódio mais fraco até agora dessa temporada maravilhosa, que em momento algum fica aquém da excelência da temporada passada. Mas isso não quer dizer que esse capítulo seja ruim, muito pelo contrário. O problema é que ele é um pouco pesado, principalmente em relação ao sexo, e um pouco lento. Existem poucos conflitos aqui, e os apresentados são bastante subjetivos. O elenco não apresenta maiores destaques, mas quem se sobressai é a ótima Frances Conroy que, apesar da pouca participação de sua personagem, consegue emocionar bastante em duas cenas excelentes, onde Ruth está completamente solitárioa. Lauren Ambrose está evoluindo com a sua Claire que, com o passar dos episódios, fica cada vez mais humana. Dirigido por Dan Attias, Back To The Garden é um episódio que prima por ser agradável, que exige certa paciência do espectador para esses conflitos internos dos personagens. De qualquer forma, é um bom episódio, que em momento algum desaponta.

Assista no vídeo abaixo, a cena final do episódio, onde Ruth relembra os velhos tempos de sua vida ao ouvir e cantar "Back To The Garden", que está gravada em uma fita de sua irmã Sarah.


Postado por Matheus às 14h48 |


Resenha de 5.12 Everyone's Waiting

Não é a toa que o episódio final de Six Feet Under é considerado por muitos críticos como um dos melhores momentos da história da televisão americana. Six Feet Under (2001-2005) conquistou uma legião de fãs desde que começou a ser exibida pela HBO em 2001. Com uma maravilhosa temporada inicial, aos poucos foi conquistano com sua maturidade em relação à vida e à morte e seu realismo quanto ao caráter humano de seus personagens. Apesar de ter errado feio na quarta temporada (que no final das contas não disse nada e nem trouxe nada de muito útil para a vida dos Fishers), o seriado conseguiu se reestabelecer completamente nessa quinta temporada, que é marcada pela fase mais complexa de seus personagens - Ruth e suas indecisões, o sentimento libertário de Nate, o amadurecimento de Claire e a estabilidade de Brenda. Desde o primeiro episódio da temporada deu pra notar que Six Feet Under havia mudado, principalmente por causa dos grandes desempenhos dos atores. A partir do episódio nove (De Partida), o espectador é surpreendido por um grande acontecimento que abalará as estruturas da família.

Chegando na sua season finale chamada Todos à Espera (fazendo uma analogia ao sentimento de que apesar de tudo, no final, sempre tem alguém à nossa espera), a quinta temporada acabou se tornando a minha favorita justamente por causa desse brilhante desfecho. A dor nunca teve um retrato tão verdadeiro e único, principalmente na representação fictícia de Frances Conroy (que foi indicada ao Emmy de Melhor Atriz em Drama por esse episódio, e acabou não levando), Michael C. Hall e Lauren Ambrose (totalmente surpreendente e madura). É por causa do trabalho do elenco que esse episódio é tão espetacular. Frances Conroy passa a imagem mais aterradora da dor e da solidão, mostrando os depressivos dias em que a matriarca da família fica definhando em frente à TV sem ter ninguém ao seu lado. Sem dúvida alguma a atriz chegou no auge de sua interpretação, e sua não-premiação no Emmy foi mais uma prova de que esse prêmio é muito questionável. Apesar de não estar no seu melhor momento, Michael C. Hall também está ótimo, dando ao personagem David uma grande presença em cena. Rachel Griffiths e Peter Krause continuam impecáveis como sempre, mas seus grandes momentos são em outros episódios (como Primer - O Casamento) e não nesse. Quem realmente roubou a cena foi Lauren Ambrose, com sua Claire humana e emocionante. Eu não esperava tanto dessa novata atriz que, apesar de já ter mostrado grande capacidade, não parecia inovar. Ela arrasou!

Com um roteiro emocionante, que deixa o espectador com um nó na garganta durante todo o desenvolvimento do desfecho, Todos à Espera é um grande marco na televisão. Não apenas falando do memorável e intenso final, mas de todo o episódio em si. Os momentos são extremamente dramáticos e depressivos mas, de uma certa forma, o capítulo final passa uma grande mensagem de esperança. Não devemos ter medo de não ser o que deveríamos ser, de não estarmos certos, de não estarmos prontos. Devemos enfrentar a vida de frente. Conhecê-la, aproveitá-la, vivê-la. Essa mensagem fica claramente expícita nos dez minutos finais, onde acompanhamos rapidamente a trajetória final dessa família tão querida e problemática ao longos dos próximos oitenta anos. Ao som de Breathe Me, o seriado se encerrou de forma mais do que perfeita, provando porque é o melhor já exibido. Ainda que Todos à Espera não seja meu episódio favorito - ainda fico com Solidão, é sem dúvida alguma o momento mais brilhante de Six Feet Under. Uma vez, li um texto que resumia muito bem o sentimento que esse desfecho transmite, e gostaria de compartilhá-lo:

"Cedo ou tarde suas roupas ficam gastas e você se livra delas. As fotos que você tirou anos atrás se perdem por trás de guarda-roupas e caixas velhas. Aquele cd que você costumava idolatrar perde a graça. Aquela pessoa que que você pensava ser seu melhor amigo se torna um simples conhecido em menos de um ano. O amor secreto que você sentia por alguém e jurava ser eterno desaparece sem que você perceba. Depois dos vinte anos, seu ciclo de amizades não é tão extenso como costumava ser quando você era jovem. E, eventualmente, um dia você morre. É assustador pensar em não fazer mais parte do mundo dos vivos, e pior ainda não saber para onde se vai e se existe uma vida após a morte. Imaginar que as pessoas que você ama vão seguir com suas vidas e vão lembrar de você cada vez menos com o passar dos anos é suficiente para fazer você algumas vezes chorarA morte é isso no final das contas, o medo de ser esquecido, o medo de deixar para trás tudo aquilo que um dia foi a parte mais importante e querida de toda a nossa existência."

De uma forma ou de outra, existe sim muita beleza e uma linda mensagem no final dessa série mais do que perfeita. É um sentimento único, que somente quem assistiu pode saber como é. Palmas para essa incrível equipe de atores, roteiristas e editores. Eles podem ter a plena certeza de que o seriado nunca será esquecido por seus fãs. Six Feet Under é hoje uma energia positiva que está vibrando no universo.

Resenha feita por Matheus Pannebecker.


Postado por Matheus às 10h42 |


Os Criadores do Blog

Matheus Pannebecker

Idade: 16 anos.
Localização: Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
Personagem Favorito: Ruth O'Connor Fisher, interpretada por Frances Conroy.
Personagem Temporário Favorito: Bettina, interpretada por Kathy Bates.
Ator Favorito do Elenco: Frances Conroy, como Ruth O'Connor Fisher.
Temporada Favorita: Quinta.
Episódios Favoritos: Solidão (All Alone, Quinta Temporada), Todos à Espera (Everyone's Waiting, Quinta Temporada), A Mulher Invisível (The Invisible Woman, Segunda Temporada), Sem Título (Untitled, Quarta Temporada), Piloto (Pilot, Primeira Temporada), A Última Vez (I'm Sorry, I'm Lost; Terceira Temporada), Estática (Static, Quinta Temporada) e Eu Te Aceito (I'll Take You, Segunda Temporada)
Música Favorita: "Transatlanticism", de Death Cab For Cutie.
Frase Favorita: "It's all hard, we just make different choices.", por Sarah O'Connor (Patricia Clarckson) em "Raiva", segunda temporada.
Outros Trabalhos da Equipe de Six Feet Under: Brothers & Sisters (série com Rachel Griffiths), Dexter (série com Michael C. Hall), Hilary & Jackie (filme com Rachel Griffiths) e Beleza Americana (filme com roteiro de Alan Ball).
Como conheceu a série: Indicação de um amigo.
Prêmios Que a Série Merecia Levar: Pela Quinta Temporada - Atriz (Frances Conroy), Atriz Coadjuvante (Lauren Ambrose), Roteiro (Solidão), Direção (Todos à Espera), Elenco e Série.

Márcio Ramos

Idade: 21 anos.
Localização: Interlagos, São Paulo.
Personagem Favorito: Nate Fisher, interpretado por Peter Krause.
Personagem Temporário Favorito: Sarah O'Connor, interpretada por Patricia Clarckson.
Ator Favorito do Elenco: Michael C. Hall, como David James Fisher.
Temporada Favorita: Quinta.
Episódios Favoritos: Primer - O Casamento (A Coat White Of Primer, Quinta Temporada), De Partida (Ecotone, Quinta Temporada), Solidão (All Alone, Quinta Temporada), Estática (Static, Quinta Temporada), Todos à Espera (Everyone's Waiting, Quinta Temporada), A Armadilha (The Trap, Terceira Temporada), Círculos Perfeitos (Perfect Circles, Terceira Temporada), A Mulher Invisível (The Invisible Woman, Segunda Temporada), Conduzindo Sr. Mossback (Driving Mr. Mossback, Segunda Temporada), Entrando No Jogo (In The Game, Segunda Temporada) e Piloto (Pilot, Primeira Temporada)
Música Favorita: "Breathe Me", de Sia.
Frase Favorita: "I spent my whole life being scared. Scared of not being ready, of not being right or not being who I should be. And where did it take me?", por Nate Fisher em "Todos à Espera", quinta temporada.
Outros Trabalhos da Equipe de Six Feet Under: Beleza Americana (filme com roteiro de Alan Ball).
Como conheceu a série: Pela Warner Channel.
Prêmios Que a Série Merecia Levar: Melhor Série Drama (Segunda Temporada), Melhor Elenco (Quinta Temporada), Melhor Ator (Michael C. Hall, Quinta Temporada), Melhor Atriz Coadjuvante (Lauren Ambrose, Quinta Temporada) e Melhor Roteiro (Everyone's Waiting, Quinta Temporada)

Bruna Canuto

Idade: 13 anos.
Localização: Interlagos, São Paulo.
Personagem Favorito: David Fisher, interpretado por Michael C. Hall.
Personagem Temporário Favorito: Jimmy, interpretada por Peter Facinelli.
Ator Favorito: Peter Krause, como Nate Fisher.
Temporada Favorita: Quinta.
Episódios Favoritos: Primer - O Casamento (A Coat White Of Primer, Quinta Temporada), Solidão (All Alone, Quinta Temporada), Estática (Static, Quinta Temporada), Todos à Espera (Everyone's Waiting, Quinta Temporada), A Armadilha (The Trap, Terceira Temporada), Círculos Perfeitos (Perfect Circles, Terceira Temporada), A Mulher Invisível (The Invisible Woman, Segunda Temporada), Entrando No Jogo (In The Game, Segunda Temporada) e Piloto (Pilot, Primeira Temporada)
Música Favorita da Trilha: "Breathe Me", de Sia.
Frase favorita: "I will never have what I want. Never!" (por Ruth , no episódio "Todos à Espera", quinta temporada)
Outros trabalhos relacionados com a equipe de SFU: Beleza Americana (filme com roteiro de Alan Ball)
Como conheceu a série: Na quinta temporada pela Warner Channel.
Prêmios que a série mais merecia levar: Melhor Roteiro (Everyone’s Waiting, quinta temporada), Melhor Série Drama (segunda temporada), Melhor Ator (Michael C. Hall, quinta temporada), Melhor Atriz Coadjuvante (Lauren Ambrose, quinta temporada)


Postado por Matheus às 20h01 |